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terça-feira, 6 de março de 2012
sexta-feira, 2 de março de 2012
"O PONTO NEGRO" - vale a pena ler... "O PONTO NEGRO" - vale a pena ler...
Certo dia, um professor chegou na sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova-relâmpago.
Todos acertaram suas filas, aguardando assustados o teste que viria.
O professor foi entregando, então, a folha da prova com a parte do texto virada para baixo, como era de costume.
Depois que todos receberam, pediu que desvirassem a folha.
Para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro, no meio da folha.
O professor, analisando a expressão de surpresa que todos faziam, disse o seguinte:
- Agora, vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.
Todos os alunos, confusos, começaram, então, a difícil e inexplicável tarefa.
Terminado o tempo, o mestre recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta.
Todas, sem exceção, definiram o ponto negro, tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.
Terminada a leitura, a sala em silêncio, o professor então começou a explicar:
- Esse teste não será para nota, apenas serve de lição para todos nós. Ninguém na sala falou sobre a folha em branco.
Todos centralizaram suas atenções no ponto negro.
Assim acontece em nossas vidas.
Temos uma folha em branco inteira para observar e aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros.
A vida é um presente da natureza dado a cada um de nós, com extremo carinho e cuidado.
Temos motivos para comemorar sempre!
A natureza que se renova, os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá o sustento, os milagres que diariamente presenciamos. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro!
O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um amigo.
Os pontos negros são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente.
Pense nisso!
Tire os olhos dos pontos negros de sua vida.
Tranquilize-se e seja ... FELIZ!"
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Quando faz frio no coração
Todo nosso eu é construído do emocional.
E a soma dos acontecimentos,
o tamanho deles,
a forma ou o momento em que
chegam criam barreiras entre
nós e os outros,
às vezes nós e o mundo.
Quando faz frio no coração,
nós nos afastamos
de tudo aquilo que poderá tocá-lo.
Criamos um muro invisível
para protegê-lo e proteger-nos,
duvidamos das pessoas,
da sinceridade delas,
das suas boas intenções.
Esses invernos rigorosos
da vida fazem com que nos
sintamos mais sós,
nos esquecemos de olhar um
pouco para fora e olhamos
muito para dentro.
E quando mais pensamos nas
nossas tristezas,
mais tristes nos sentimos,
o que cria esse círculo vicioso do
qual é difícil se livrar.
E quando esses períodos
de festas se aproximam em
que todos falam tanto de amor,
solidariedade,
perdão e compreensão,
os que possuem o coração apertado
o sentem mais pequenininho ainda.
Uma maneira de reverter essa situação,
é oferecer o que precisamos.
Mudando nossa mentalidade,
mudamos o mundo.
Para abrir o coração das pessoas,
precisamos abrir o nosso.
São nossas mãos que devem
derrubar as primeiras barreiras
que nos separam
das pessoas e da vida.
É a luz que possuímos que
deve ser a primeira a nos aquecer,
a iluminar nossos passos,
ninguém pode ver por nós,
caminhar por nós e menos
ainda sentir por nós.
Quando fazemos pelos outros,
estamos concentrando
nossas energias em algo externo
a nós e quando pensamos
menos na carga que carregamos,
ela parece mais leve,
mais suportável.
Quando faz frio no nosso coração,
devemos agasalhá-lo para que
ele passe melhor pelo inverno,
que passará,
como passam todas as outras estações.
Aquele que aprende a plantar uma flor,
planta muito mais que uma flor,
ele faz nascer a esperança no mundo.
Todo nosso eu é construído do emocional.
E a soma dos acontecimentos,
o tamanho deles,
a forma ou o momento em que
chegam criam barreiras entre
nós e os outros,
às vezes nós e o mundo.
Quando faz frio no coração,
nós nos afastamos
de tudo aquilo que poderá tocá-lo.
Criamos um muro invisível
para protegê-lo e proteger-nos,
duvidamos das pessoas,
da sinceridade delas,
das suas boas intenções.
Esses invernos rigorosos
da vida fazem com que nos
sintamos mais sós,
nos esquecemos de olhar um
pouco para fora e olhamos
muito para dentro.
E quando mais pensamos nas
nossas tristezas,
mais tristes nos sentimos,
o que cria esse círculo vicioso do
qual é difícil se livrar.
E quando esses períodos
de festas se aproximam em
que todos falam tanto de amor,
solidariedade,
perdão e compreensão,
os que possuem o coração apertado
o sentem mais pequenininho ainda.
Uma maneira de reverter essa situação,
é oferecer o que precisamos.
Mudando nossa mentalidade,
mudamos o mundo.
Para abrir o coração das pessoas,
precisamos abrir o nosso.
São nossas mãos que devem
derrubar as primeiras barreiras
que nos separam
das pessoas e da vida.
É a luz que possuímos que
deve ser a primeira a nos aquecer,
a iluminar nossos passos,
ninguém pode ver por nós,
caminhar por nós e menos
ainda sentir por nós.
Quando fazemos pelos outros,
estamos concentrando
nossas energias em algo externo
a nós e quando pensamos
menos na carga que carregamos,
ela parece mais leve,
mais suportável.
Quando faz frio no nosso coração,
devemos agasalhá-lo para que
ele passe melhor pelo inverno,
que passará,
como passam todas as outras estações.
Aquele que aprende a plantar uma flor,
planta muito mais que uma flor,
ele faz nascer a esperança no mundo.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Para refletir!
Assumimos muitos papéis ao longo da vida e, a cada momento, preferimos atuar em determinados focos.
Porém, abandonar os temas que nos agradam menos é uma grande armadilha; precisamos buscar o equilíbrio no desempenho de
cada um deles, afinal, todos fazem parte de nós…
Precisamos acordar para a importância de tudo o que vivemos! “A – cor – dar”, ou seja, dar a cor, colocar o coração em tudo que
fazemos, encontrar uma parcela de prazer em tudo..
Cada dia, cada ação, cada momento é exclusivo… Ninguém ainda o viveu. Ele está ali, esperando que o acordemos, para dar a cor
que quisermos para ele…
Viva intensamente cada momento! Valorize cada segundo! Ame cada “pedacinho” da sua vida… Afinal, tudo isso e cada parte
disso, é VOCÊ!
Boa semana!
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
O Fundo da Piscina Um excelente nadador tinha o costume de correr até a água e de molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho. Alguém intrigado com aquele comportamento, lhe perguntou qual a razão daquele hábito. O nadador sorriu respondeu: Há alguns anos eu era um professor de natação. Eu os ensinava a nadar e a saltar do trampolim. Certa noite, eu não conseguia dormir, e fui até a piscina para nadar um pouco. Não acendi a luz, pois a lua brilhava através do teto de vidro do clube. Quando eu estava no trampolim, vi minha sombra na parede da frente. Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando minha imagem. Nesse momento pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado. Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi que Jesus tinha morrido na cruz para nos salvar pelo seu precioso sangue. Naquele momento as palavras daquele ensinamento me vieram a mente e me fizeram recordar do que eu havia aprendido sobre a morte de Jesus. Não sei quanto tempo fiquei ali parado com os braços estendidos. Finalmente desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso do fundo da piscina. Haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido. Tremi todo, e senti um calafrio na espinha. Se eu tivesse saltado seria meu último salto. Naquela noite a imagem da cruz na parede salvou a minha vida. Fiquei tão agradecido a Deus, que ajoelhei na beira da piscina, confessei os meus pecados e me entreguei a Ele, consciente de que foi exatamente em uma cruz que Jesus morreu para me salvar. Naquela noite fui salvo duas vezes e, para nunca mais me esquecer, sempre que vou até piscina molho o dedão do pé antes. Deus tem um plano na vida de cada um de nós e não adianta querermos apressar, ou retardar as coisas, pois, tudo acontecerá no seu devido tempo e esse tempo é o tempo Dele e não o nosso... |
domingo, 15 de janeiro de 2012
Madurescência
Demora um pouco, mas o tempo traz as respostas certas para nossas "querências".
Os dias passam e percebemos que na verdade o rio não corre mais lento por conta de nosso bel prazer... Algumas coisas nos são
agregadas para nos lembrarem que tudo tem seu tempo.
Somos meio ingênuos e inseguros no início da caminhada. Sentimo-nos incompletos e buscamos nos apoiar nos amigos, nas
Somos meio ingênuos e inseguros no início da caminhada. Sentimo-nos incompletos e buscamos nos apoiar nos amigos, nas
"tribos" que partilham da nossa linguagem, buscamos o ter alguém que nos fale as coisas que queremos ouvir, que faça o que
queremos viver, que nos seja como "tábua de salvação" em meio a essa incompletude toda.
A maturidade, porém, chega. Chega e nos mostra que, na verdade, o caminho não está fora, está dentro. Que tudo isso pode
acontecer perfeitamente e nos proporcionar bons momentos de felicidade, mas só estaremos bem de verdade quando a alma
estiver inteira, quando o amor por nós mesmos for tal que todo o resto não vai completar nada e sim somar. Acrescer. Agregar.
Tá aí... Agregar. Precisamos de amor? Precisamos de amigos? Precisamos do outro? SIM! Indubitavelmente. Mas eles não podem
Tá aí... Agregar. Precisamos de amor? Precisamos de amigos? Precisamos do outro? SIM! Indubitavelmente. Mas eles não podem
servir para nos completar, devem servir pra que nossa vida seja melhor. Para que nossos dias tenham outra tonalidade tão rica
quanto a que encontramos em nós mesmos. A equação certa não é 1/2 + 1/2 = 1 e sim 1 + 1 = 1 + 1...
Fato é que precisamos estar bem, fortes, estruturados para que não sejamos submissos a nada nem a ninguém, para que sejamos
Fato é que precisamos estar bem, fortes, estruturados para que não sejamos submissos a nada nem a ninguém, para que sejamos
firmes nas partidas e consigamos colar os pedaços e recomeçar sem pressas e atropelamentos... para que os outros não nos sejam
muletas, mas companheiros a dar-nos os ombros e mãos.
domingo, 4 de dezembro de 2011
Era uma vez, uma jovem chamada Lin, que se casou e foi viver com o marido na casa da sogra. Depois de algum tempo, começou a ver que não se adaptava à sogra. Os temperamentos eram muito diferentes e Lin cada vez se irritava mais com os hábitos e costumes da sogra, que criticava cada vez com mais insistência.
Com o passar dos meses, as coisas foram piorando, a ponto de a vida se tornar insuportável. No entanto, segundo as tradições antigas da China, a nora tem que estar sempre ao serviço da sogra e obedecer-lhe em tudo.
Mas Lin, não suportando por mais tempo a ideia de viver com a sogra, tomou a decisão de ir consultar um Mestre, velho amigo do seu pai. Depois de ouvir a jovem, o Mestre Huang pegou num ramalhete de ervas medicinais e disse-lhe: "Para te livrares da tua sogra, não as deves usar de uma só vez, pois isso poderia causar suspeitas. Vais misturá-las com
a comida, pouco a pouco, dia após dia, e assim ela vai-se envenenando lentamente. Mas, para teres a certeza de que, quando ela morrer, ninguém suspeitará de ti, deverás ter muito cuidado em tratá-la sempre com muita amizade. Não discutas e ajuda-a a resolver os seus problemas." Lin respondeu: "Obrigado, Mestre Huang, farei tudo o que me recomenda". Lin ficou muito contente e voltou entusiasmada com o projeto de assassinar a sogra.
Durante várias semanas, Lin serviu, dia sim dia não, uma refeição preparada especialmente para a sogra. E tinha sempre presente a recomendação de Mestre Huang para evitar suspeitas: controlava o temperamento, obedecia à sogra em tudo e tratava-a como se fosse a sua própria mãe.
Passados seis meses, toda a família estava mudada. Lin controlava bem o seu temperamento e quase nunca se aborrecia. Durante estes meses, não teve uma única discussão com a sogra, que também se mostrava muito mais amável e mais fácil de tratar com ela. As atitudes da sogra também mudaram e ambas passaram a tratar-se como mãe e filha. Certo dia, Lin foi procurar o Mestre Huang, para lhe pedir ajuda e disse-lhe:
"Mestre, por favor, ajude-me a evitar que o veneno venha a matar a minha sogra. É que ela transformou-se numa mulher agradável e gosto dela como se fosse a minha mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que lhe dou." Mestre Huang sorriu e abanou a cabeça:
"Lin, não te preocupes. A tua sogra não mudou. Quem mudou foste tu. As ervas, que te dei, são vitaminas para melhorar a saúde. O veneno estava nas suas atitudes, mas foi sendo substituído pelo amor e carinho que lhe começaste a dedicar. "
Na China, há um provérbio que diz: "A pessoa que ama os outros também será amada".
Os árabes têm outro que diz: "O nosso inimigo não é aquele que nos odeia, mas aquele que nós odiamos."
Não é uma questão do ambiente ou aqueles que o rodeiam, como tampouco o que a organização ou os líderes sejam. Nao existe valor em ser persuadido por tais pontos externos. Tudo depende de uma pessoa: você. O que importa é que voce se torne uma fonte brilhante, resplandecendo em brilho, alegria e felicidade, e viva sua vida com confiança e coragem. Se você brilhar com uma luz radiante, nao existirá escuridão em sua vida.
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