Seja Bem Vindo !

Espero que você goste, passe a ser um seguidor, dê opiniões e sugestões.
Aqui pretendo estar sempre colocando novidades para você.
Um forte abraço !!!
Mostrando postagens com marcador Textos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Textos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 30 de maio de 2012

"Luis é o tipo de cara que você  gostaria de conhecer".  
   "Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo  de positivo para dizer". 
   Se alguém lhe perguntasse como ele estava, a  resposta seria logo: 
   "Ah.. Se melhorar, estraga".
   
 Ele era um gerente especial em um restaurante, pois  seus garçons o seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes. Ele era um motivador nato.
 Se um colaborador estava tendo um dia ruim, Luis  estava sempre dizendo como ver o lado positivo da situação.  
Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia  lhe perguntei:   
    "Você não pode ser uma pessoa positiva todo o tempo."Como faz isso" ?   
 
Ele me respondeu:      
"A cada manhã, ao acordar, digo para mim mesmo":   
  "Luis, você tem duas escolhas hoje:   
   Pode ficar de bom humor ou de mau humor.  
  Eu escolho ficar de bom humor". 
 
Cada vez que algo ruim acontece, posso escolher  bancar a vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido.   
  Eu escolho aprender algo.   
   Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar  a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida.   
  Certo, mas não é fácil - argumentei.   
  É fácil sim, disse-me Luis.     A vida é feita de escolhas.   
   Quando você examina a fundo, toda situação sempre  oferece escolha.   
 Você escolhe como reagir às situações.   
  
   Você escolhe como as pessoas afetarão o seu  humor.  
  É sua a escolha de como viver sua vida.   
  Eu pensei sobre o que o Luis disse e sempre lembrava  dele quando fazia  uma escolha. 
 
Anos mais tarde, soube que Luis um dia cometera um  erro, deixando a porta de serviço aberta pela manhã.   
 Foi rendido por assaltantes.    Dominado, e enquanto tentava abrir o cofre, sua mão  tremendo pelo nervosismo, desfez a combinação do segredo.  
  Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele.   
  Por sorte foi encontrado a tempo de ser socorrido e  levado para um hospital..     
 Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de  tratamento intensivo, teve alta ainda com fragmentos de balas alojadas em seu corpo.  
  Encontrei Luis mais ou menos por acaso.
 
Quando lhe perguntei como estava, respondeu:    
"Se melhorar, estraga".    
 Contou-me o que havia acontecido perguntando:   
"Quer ver minhas cicatrizes"?
  Recusei ver seus ferimentos,  mas  perguntei-lhe o que havia passado em sua mente na ocasião do  assalto.  
 A primeira coisa que pensei foi que deveria ter  trancado a porta de trás, respondeu.   
 
Então, deitado no chão, ensangüentado, lembrei  que tinha duas escolhas:   
  "Poderia viver ou morrer".  
  "Escolhi viver"! 
 
Você não estava com medo? Perguntei.     
 "Os para-médicos foram ótimos".  
 " Eles me diziam que tudo ia dar certo e  que ia ficar bom".     

"Mas quando entrei na sala de emergência e vi a  expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado".  
Em seus lábios eu lia: 
   "Esse aí já era".      
 Decidi então que tinha que fazer algo.   
 O que fez ? Perguntei.
 

  
  Bem.. Havia uma enfermeira que fazia 
 muitas  perguntas.   
 Perguntou-me se eu era alérgico a alguma coisa.   
  Eu respondi: "sim".   
 Todos pararam para ouvir a minha resposta.   
 Tomei fôlego e gritei; "Sou alérgico a balas"!
   
 
Entre risadas lhes disse:  
   "Eu estou escolhendo viver, operem-me como um  ser vivo, não como um morto".     
 
Luis sobreviveu graças à persistência dos médicos...  mas sua atitude é que os fez agir dessa maneira.  
 E com isso, aprendi que todos os dias, não importa  como eles sejam, temos sempre a opção de viver plenamente.   
  Afinal de contas,  
  "ATITUDE É TUDO". 

terça-feira, 27 de março de 2012

Texto interessante para trabalhar a discriminação racial

À Flor da Pele
As cores eram levadas muito a sério em Fulgor, oitavo planeta que orbitava em torno de estrela Radex.
No início, isso tinha sua razão de ser, porque os seres vermelhos eram escravizados pelos seres azuis, e o controle ficava facilitado.
Mas, com a evolução, muitos azuis começaram a achar injusta a escravidão. Afinal, fora a cor da pele, eram criaturas iguais em qualidades e defeitos.
Mesmo assim, se, na prática, a escravidão acabou, os vermelhos continuaram a enfrentar um tipo de escravidão mais difícil de ter fim: a do preconceito.
Com uma freqüência alarmante, os vermelhos viam-se impedidos de entrar em alguns lugares, de exercer determinadas profissões e, quando o amor rompia as barreiras, como só o amor sabe fazer — sem pedir licença —, muitos censuravam a mistura de vermelhos e azuis.
E mais: certos vermelhos consideravam-se inferiores, como conseqüência do longo tempo de humilhação.
Foi então que o acaso trouxe uma terrível doença, que, não se sabe por que, atingia os azuis, poupando os vermelhos.
Como os vermelhos pareciam imunes à peste, os cientistas concluíram que a melhor maneira de deter a doença seria os azuis receberem transfusão de sangue dos vermelhos.
Assim foi feito, e, logo, ninguém mais morria da praga misteriosa.

Entretanto, essa atitude teve um imprevisto efeito colateral: os vermelhos começaram, pela primeira vez na história de Fulgor, a dizerem-se superiores aos azuis, por serem os únicos a carregar, no próprio sangue, a imunidade salvadora.

Iniciaram um processo de escravidão dos azuis, que, com o orgulho alquebrado e medo de não receberem mais a transfusão de sangue, deixaram-se dominar.
Novamente, o destino interveio, e uma outra peste abateu-se sobre Fulgor, desta vez atingindo os vermelhos.
Chegou a vez dos azuis cederem seu sangue para os vermelhos.
Com tanta mistura, a natureza provocou uma estranha transformação na cor dos seres: muitos azuis adquiriram uma coloração de pele vermelha, e muitos vermelhos acordaram azuis.
É evidente que se tornou inútil insistir na escravidão de uns pelos outros, já que ninguém podia garantir que era um vermelho — como também ninguém estava certo se um azul era azul ou era vermelho e ficara azul.
Hoje, passadas muitas gerações, riem os habitantes de Fulgor, principalmente os mais novos, ao lerem que houve épocas em que azuis escravizavam vermelhos e vermelhos dominavam azuis.
Afinal, Fulgor inteiro já sabe — como sabem também as mais avançadas civilizações em todas as galáxias — que não existem diferenças entre azuis e vermelhos. Somos todos arco-íris.
Fonte: TAVARES, Ulisses. Fábulas do Futuro. São Paulo: Editora do Brasil, 2001. p. 57 a 59.

terça-feira, 6 de março de 2012



COMO MANTER-SE JOVEM 
cid:part1.00060505.02060405@mct.gov.br
1. Deixe fora os 
números que não são essenciais. Isto inclui a idade, o peso e a altura. 
Deixe que os médicos se preocupem com isso.
 

2. Mantenha só os 
amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo. 
(Lembre-se disto se for um desses depressivos!) 

cid:part2.02060606.00020300@mct.gov.br
3. Aprenda 
sempre:
Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso.
'Uma mente preguiçosa é oficina do Alemão.' E o nome do Alemão é Alzheimer!
 

4. Aprecie 
mais as pequenas coisas 

cid:part3.07090104.00060201@mct.gov.br
5. Ria 
muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar. 
E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele / ela!

cid:part4.02030003.09050107@mct.gov.br
6. Quando 
as lágrimas aparecerem 
Aguente, sofra e ultrapasse.
A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós próprios.
VIVA enquanto estiver vivo.
 

7. Rodeie-se 
das coisas que ama: 
Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja.
O seu lar é o seu refugio.

cid:part5.08070407.00030003@mct.gov.br
8. Tome 
cuidado com a sua saúde: 
Se é boa, mantenha-a. 

Se é instável, melhore-a.
Se não consegue melhora-la , procure ajuda.
 

9. Não faça 
viagens de culpa. Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente, 
mas NÃO para onde haja culpa 
cid:part6.06030802.02050808@mct.gov.br
10. Diga 
às pessoas que ama que as ama a cadaoportunidade. 

cid:part7.02000007.08020407@mct.gov.br


cid:part8.02070200.00000008@mct.gov.br
"As pessoas entram em nossa vida por acaso, mas não é por acaso que elas permanecem."

sexta-feira, 2 de março de 2012

"O PONTO NEGRO" - vale a pena ler... "O PONTO NEGRO" - vale a pena ler...



Certo dia, um professor chegou na sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova-relâmpago.
Todos acertaram suas filas, aguardando assustados o teste que viria.
O professor foi entregando, então, a folha da prova com a parte do texto virada para baixo, como era de costume.
Depois que todos receberam, pediu que desvirassem a folha.
Para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro, no meio da folha.

O professor, analisando a expressão de surpresa que todos faziam, disse o seguinte:

- Agora, vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.

Todos os alunos, confusos, começaram, então, a difícil e inexplicável tarefa.
Terminado o tempo, o mestre recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta.
Todas, sem exceção, definiram o ponto negro, tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.
Terminada a leitura, a sala em silêncio, o professor então começou a explicar:


- Esse teste não será para nota, apenas serve de lição para todos nós. Ninguém na sala falou sobre a folha em branco.
Todos centralizaram suas atenções no ponto negro. 
Assim acontece em nossas vidas. 
Temos uma folha em branco inteira para observar e aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros. 
A vida é um presente da natureza dado a cada um de nós, com extremo carinho e cuidado. 
Temos motivos para comemorar sempre! 
A natureza que se renova, os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá o sustento, os milagres que diariamente presenciamos. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro!
O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um amigo.
Os pontos negros são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente.

Pense nisso!
Tire os olhos dos pontos negros de sua vida.
Tranquilize-se e seja ... FELIZ!"

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Quando faz frio no coração

Todo nosso eu é construído do emocional.
E a soma dos acontecimentos,
o tamanho deles,
a forma ou o momento em que
chegam criam barreiras entre
nós e os outros,
às vezes nós e o mundo.

Quando faz frio no coração,
nós nos afastamos
de tudo aquilo que poderá tocá-lo.
Criamos um muro invisível
para protegê-lo e proteger-nos,
duvidamos das pessoas,
da sinceridade delas,
das suas boas intenções.

Esses invernos rigorosos
da vida fazem com que nos
sintamos mais sós,
nos esquecemos de olhar um
pouco para fora e olhamos
muito para dentro.

E quando mais pensamos nas
nossas tristezas,
mais tristes nos sentimos,
o que cria esse círculo vicioso do
qual é difícil se livrar.

E quando esses períodos
de festas se aproximam em
que todos falam tanto de amor,
solidariedade,
perdão e compreensão,
os que possuem o coração apertado
o sentem mais pequenininho ainda.

Uma maneira de reverter essa situação,
é oferecer o que precisamos.
Mudando nossa mentalidade,
mudamos o mundo.
Para abrir o coração das pessoas,
precisamos abrir o nosso.

São nossas mãos que devem
derrubar as primeiras barreiras
que nos separam
das pessoas e da vida.

É a luz que possuímos que
deve ser a primeira a nos aquecer,
a iluminar nossos passos,
ninguém pode ver por nós,
caminhar por nós e menos
ainda sentir por nós.

Quando fazemos pelos outros,
estamos concentrando
nossas energias em algo externo
a nós e quando pensamos
menos na carga que carregamos,
ela parece mais leve,
mais suportável.

Quando faz frio no nosso coração,
devemos agasalhá-lo para que
ele passe melhor pelo inverno,
que passará,
como passam todas as outras estações.

Aquele que aprende a plantar uma flor,
planta muito mais que uma flor,
ele faz nascer a esperança no mundo
. 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Para refletir!


Assumimos muitos papéis ao longo da vida e, a cada momento, preferimos atuar em determinados focos.



Porém, abandonar os temas que nos agradam menos é uma grande armadilha; precisamos buscar o equilíbrio no desempenho de 
cada um deles, afinal, todos fazem parte de nós…


Precisamos acordar para a importância de tudo o que vivemos! “A – cor – dar”, ou seja, dar a cor, colocar o coração em tudo que 

fazemos, encontrar uma parcela de prazer em tudo..

Cada dia, cada ação, cada momento é exclusivo… Ninguém ainda o viveu. Ele está ali, esperando que o acordemos, para dar a cor

 que quisermos para ele…



Viva intensamente cada momento! Valorize cada segundo! Ame cada “pedacinho” da sua vida… Afinal, tudo isso e cada parte 

disso, é VOCÊ! 
Boa semana!

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

 

O Fundo da Piscina
 
 
Um excelente nadador tinha o costume de correr até a água e
de molhar
somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho. Alguém
intrigado com aquele
comportamento, lhe perguntou qual a razão daquele hábito. 
  
O
nadador sorriu 
respondeu: Há alguns anos eu era um professor de natação. 
Eu os ensinava a nadar e a saltar do trampolim.
Certa noite, eu não conseguia dormir, e fui até a piscina 
para nadar um pouco. 
Não acendi a luz, pois a lua brilhava através do
teto de vidro
do clube. Quando eu estava no trampolim, vi minha sombra na
parede da frente.
Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica
cruz.
Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando minha imagem. 
Nesse momento pensei
na cruz de Jesus Cristo e em seu significado. Eu não era um 
cristão, 
mas quando criança aprendi que Jesus tinha morrido na cruz 
para nos
salvar pelo seu precioso sangue.  
 
Naquele momento as palavras daquele ensinamento me vieram a
mente e
me fizeram recordar do que eu havia aprendido sobre a morte
de Jesus.
Não sei
quanto tempo fiquei ali parado com os braços estendidos. 
Finalmente desci do
trampolim e fui até a escada para mergulhar na água. 
Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso do
fundo da
piscina.
Haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido.
Tremi todo, e senti um calafrio na espinha. 
Se eu tivesse saltado seria meu último salto. Naquela noite 
a imagem
da cruz na parede salvou a minha vida.
Fiquei tão agradecido 
a Deus, que 
ajoelhei na beira da piscina, confessei os meus pecados e me 
entreguei
a Ele, consciente de que foi exatamente em uma cruz que
Jesus morreu
para me salvar.  
Naquela noite fui salvo duas vezes e, para nunca mais me
esquecer,
sempre que vou até piscina molho o dedão do pé antes. Deus tem um plano na vida de cada um de nós e não adianta 
querermos apressar, ou retardar as coisas, pois, 
tudo acontecerá no seu devido tempo e esse tempo é o tempo
Dele e não o nosso...
 

domingo, 15 de janeiro de 2012

 
Madurescência


Demora um pouco, mas o tempo traz as respostas certas para nossas "querências".
 
Os dias passam e percebemos que na verdade o rio não corre mais lento por conta de nosso bel prazer... Algumas coisas nos são 

agregadas para nos lembrarem que tudo tem seu tempo. 

Somos meio ingênuos e inseguros no início da caminhada. Sentimo-nos incompletos e buscamos nos apoiar nos amigos, nas

 "tribos" que partilham da nossa linguagem, buscamos o ter alguém que nos fale as coisas que queremos ouvir, que faça o que 

queremos viver, que nos seja como "tábua de salvação" em meio a essa incompletude toda. 


A maturidade, porém, chega. Chega e nos mostra que, na verdade, o caminho não está fora, está dentro. Que tudo isso pode 

acontecer perfeitamente e nos proporcionar bons momentos de felicidade, mas só estaremos bem de verdade quando a alma 

estiver inteira, quando o amor por nós mesmos for tal que todo o resto não vai completar nada e sim somar. Acrescer. Agregar. 

Tá aí... Agregar. Precisamos de amor? Precisamos de amigos? Precisamos do outro? SIM! Indubitavelmente. Mas eles não podem 

servir para nos completar, devem servir pra que nossa vida seja melhor. Para que nossos dias tenham outra tonalidade tão rica 

quanto a que encontramos em nós mesmos. A equação certa não é 1/2 + 1/2 = 1 e sim 1 + 1 = 1 + 1... 

Fato é que precisamos estar bem, fortes, estruturados para que não sejamos submissos a nada nem a ninguém, para que sejamos 

firmes nas partidas e consigamos colar os pedaços e recomeçar sem pressas e atropelamentos... para que os outros não nos sejam 

muletas, mas companheiros a dar-nos os ombros e mãos.

domingo, 4 de dezembro de 2011

    Era uma vez, uma jovem chamada Lin, que se casou e foi viver com o marido na casa da sogra. Depois de algum tempo, começou a ver que não se adaptava à sogra. Os temperamentos eram muito diferentes e Lin cada vez se irritava mais com os hábitos e costumes da sogra, que criticava cada vez com mais insistência.
   Com o passar dos meses, as coisas foram piorando, a ponto de a vida se tornar insuportável. No entanto, segundo as tradições antigas da China, a nora tem que estar sempre ao serviço da sogra e obedecer-lhe em tudo.
Mas Lin, não suportando por mais tempo a ideia de viver com a sogra, tomou a decisão de ir consultar um Mestre, velho amigo do seu pai. Depois de ouvir a jovem, o Mestre Huang pegou num ramalhete de ervas medicinais e disse-lhe: "Para te livrares da tua sogra, não as deves usar de uma só vez, pois isso poderia causar suspeitas. Vais misturá-las com
a comida, pouco a pouco, dia após dia, e assim ela vai-se envenenando lentamente. Mas, para teres a certeza de que, quando ela morrer, ninguém suspeitará de ti, deverás ter muito cuidado em tratá-la sempre com muita amizade. Não discutas e ajuda-a a resolver os seus problemas." Lin respondeu: "Obrigado, Mestre Huang, farei tudo o que me recomenda". Lin ficou muito contente e voltou entusiasmada com o projeto de assassinar a sogra. 

     Durante várias semanas, Lin serviu, dia sim dia não, uma refeição preparada especialmente para a sogra. E tinha sempre presente a recomendação de Mestre Huang para evitar suspeitas: controlava o temperamento, obedecia à sogra em tudo e tratava-a como se fosse a sua própria mãe.
Passados seis meses, toda a família estava mudada. Lin controlava bem o seu temperamento e quase nunca se aborrecia. Durante estes meses, não teve uma única discussão com a sogra, que também se mostrava muito mais amável e mais fácil de tratar com ela. As atitudes da sogra também  mudaram e ambas passaram a tratar-se como mãe e filha. Certo dia, Lin foi procurar o Mestre Huang, para lhe pedir ajuda e disse-lhe:
     "Mestre, por favor, ajude-me a evitar que o veneno venha a matar a minha sogra. É que ela transformou-se numa mulher agradável e gosto dela como se fosse a minha mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que lhe dou." Mestre Huang sorriu e abanou a cabeça: 
       "Lin, não te preocupes. A tua sogra não mudou. Quem mudou foste tu. As ervas, que te dei, são vitaminas para melhorar a saúde. O veneno estava nas suas atitudes, mas foi sendo substituído pelo amor e carinho que lhe começaste a dedicar. "
     Na China, há um provérbio que diz: "A pessoa que ama os outros também será amada".
    Os árabes têm outro que diz: "O nosso inimigo não é aquele que nos odeia, mas aquele que nós odiamos."

Não é uma questão do ambiente ou aqueles que o rodeiam, como tampouco o que a organização ou os líderes sejam. Nao existe valor em ser persuadido por tais pontos externos. Tudo depende de uma pessoa: você. O que importa é que voce se torne uma fonte brilhante, resplandecendo em brilho, alegria e felicidade, e viva sua vida com confiança e coragem. Se você brilhar com uma luz radiante, nao existirá escuridão em sua vida.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Por que se preocupar
com algumas rugas? 

"Ame a todo momento, todos os dias,
de todas as formas e maneiras,
 de qualquer jeito, em todo lugar, 
sem culpas, sem pudores, 
sem preconceitos, sem tabus, sem vergonha....Só ame.  


Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olharia o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.

Desta forma, eu digo:
Não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo,
a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais."

quinta-feira, 17 de novembro de 2011


Pra começar o dia bem! Vale a pena ler!


Recebi uma mensagem muito interessante de um ouvinte da CBN e peço licença para lê-la na íntegra, porque ela nem precisa dos meus comentários. Lá vai:

“Prezado Max meu nome é Sérgio, tenho 61 anos, e pertenço a uma geração azarada. Quando eu era jovem as pessoas diziam em escutar os mais velhos, que eram mais sábios. Agora me dizem que tenho de escutar ……os jovens porque são mais inteligentes.
Na semana passada, eu li numa revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. E eu aprendi muita coisa. Aprendi por exemplo, que se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os últimos 40 anos, eu teria economizado R$ 30.000,00. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês teria economizado R$ 12.000,00 e assim por diante. Impressionado peguei um papel e comecei a fazer contas, e descobri para minha surpresa que hoje eu poderia estar milionário. Bastava eu não ter tomado as caipirinhas que eu tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que eu comprei, e principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro, em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos percebi que hoje eu poderia ter quase R$ 500.000,00 na conta bancária. É claro que eu não tenho este dinheiro. Mas se tivesse sabe o que este dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade. Por isso, acho que me sinto feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer, porque hoje com 61 anos, não tenho mais o mesmo pique de jovem, nem a mesma saúde, portanto, viajar, comer pizzas e tomar cafés não fazem bem na minha idade, e roupas, hoje não vão melhorar muito o meu visual. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos, que façam a mesma coisa que eu fiz. Caso contrário eles chegarão aos 61 anos com um monte de dinheiro, mas sem ter vivido a vida”.


“Não eduque o seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz.
Assim, ele saberá o valor das coisas, não o seu preço.”

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Um relato de Rubem Alves sobre o bullying

A FORMA ESCOLAR DE TORTURA

Eu fui vítima dele. Por causa dele odiei a escola. Nas minhas caminhadas passadas eu o via diariamente. Naquela adolescente gorda de rosto inexpressivo que caminhava olhando para o chão. E naquela outra, magricela, sem seios, desengonçada, que ia sozinha para a escola. Havia grupos de meninos e meninas que iam alegremente, tagarelando, se exibindo, pelo mesmo caminho... Mas eles não convidavam nem a gorda e nem a magricela. Dediquei-me a escrever sobre os sofrimentos a que as crianças e adolescentes são submetidos em virtude dos absurdos das práticas escolares. Mas nunca pensei sobre os sofrimentos que colegas infligem a colegas seus. Talvez eu preferisse ficar na ilusão de que todas as crianças e todos os adolescentes são vítimas. Não são. Crianças e adolescentes podem ser cruéis.
 “Bullying” é o nome dele. Fica o nome inglês porque não se encontrou palavra em nossa língua que seja capaz de dizer o que “bullying” diz. “Bully” é o valentão: um menino que, em virtude de sua força e de sua alma deformada pelo sadismo tem prazer em intimidar e bater nos mais fracos. Vez por outra as crianças e adolescentes brigam em virtude de desentendimentos. São brigas que têm uma razão. Acidentes. Acontecem e pronto. Não é possível fazer uma sociologia dessas brigas.  Depois da briga os briguentos podem fazer as pazes e se tornarem amigos de novo. Isso nada têm a ver com o “bullying”. No “bullying” um indivíduo, o valentão, ou um grupo de indivíduos, escolhe a sua vítima que vai ser o seu “saco de pancadas”. A razão? Nenhuma. Sadismo. Eles “não vão com a cara” da vítima. É preciso que a vítima seja fraca, que não saiba se defender. Se ela fosse forte e soubesse se defender a brincadeira não teria graça. A vítima é uma peteca: cada um bate e ela vai de um lado para outro sem reagir. Do “bulling” pode-se fazer uma sociologia porque envolve muitas pessoas e tem continuidade no tempo. A cada novo dia, ao se preparar para a escola, a vítima sabe o que a aguarda. Até agora tenho usado o artigo masculino – mas o “bullying” não é monopólio dos meninos. As meninas usam  outros tipos de força que não a força dos punhos. E o terrível é que a vítima sabe que não há jeito de fugir. Ela não conta aos pais, por vergonha e medo. Não conta aos professores porque sabe que isso só poderá tornar a violência dos colegas mais violenta ainda. Ela está condenada à solidão. E ao medo acrescenta-se o ódio. A vítima sonha com vingança. Deseja que seus algozes morram. Vez por outra ela toma providências para ver seu sonho realizado. As armas podem torná-la forte. 
Freqüentemente, entretanto, o “bullying” não se manifesta por meio de agressão física mas por meio de agressão verbal e atitudes. Isolamento, caçoada, apelidos.
Aprendemos dos animais. Um ratinho preso numa gaiola aprende logo. Uma alavanca lhe dá comida. Outra alavanca produz choques. Depois de dois choques o ratinho não mais tocará a alavanca que produz choques. Mas tocará a alavanca da comida sempre que tiver fome. As experiências de dor produzem afastamento. O ratinho continuará a não tocar a alavanca que produz choque ainda que os psicólogos que fazem o experimento tenham desligado o choque e tenham ligado a alavanca à comida. Experiências de dor bloqueiam o desejo de explorar. O fato é que o mundo do ratinho ficou ordenado. Ele sabe o que fazer. Imaginem agora que uns psicólogos sádicos resolvam submeter o ratinho a uma experiência de horror: ele levará choques em lugares e momentos imprevistos ainda que não toque nada. O ratinho está perdido. Ele não tem formas de organizar o seu mundo. Não há nada que ele possa fazer. Os seus desejos, eu imagino, seriam dois. Primeiro: destruir a gaiola, se pudesse,  e fugir. Isso não sendo possível, ele optaria pelo suicídio.
Edimar era um jovem tímido de 18 anos que vivia na cidade de Taiúva, no estado de São Paulo. Seus colegas fizeram-no motivo de chacota porque ele era muito gordo.  Puseram-lhe os apelidos de “gordo”, “mongolóide”,  “elefante-cor-de-rosa” e “vinagrão”, por tomar vinagre de maçã todos os dias, no seu esforço para emagrecer. No dia 27 de janeiro de 2003 ele entrou na escola armado e atirou contra seis alunos, uma professora e o zelador, matando-se a seguir.
Luis Antônio, garoto de 11 anos. Mudando-se de Natal para Recife por causa do seu sotaque passou a ser objeto da violência de colegas. Batiam-lhe, empurravam-no, davam-lhe murros e chutes. Na manhã do dia fatídico, antes do início das aulas, apanhou de alguns meninos que o ameaçaram com a “hora da saída”. Por volta das dez e meia, saiu correndo da escola e nunca mais foi visto. Um corpo com características semelhantes ao dele, em estado de putrefação, foi conduzido ao IML para perícia.
Achei que seria próprio falar sobre o “bullying” na seqüência do meu artigo sobre o tato que se iniciou com esta afirmação: O tato é o sentido que marca, no corpo, a divisa entre Eros e Tânatos. É através do tato que o amor se realiza. É no lugar do tato que a tortura acontece. “Bullying” é a forma escolar da tortura.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011


OBSERVE BEM A FOTO
Dica do dia 
É sempre bom ser legal com as pessoas, porque.....

as coisas mudam ao longo do tempo!!!
 


"Nunca desvalorize
 ninguém...
Guarde cada pessoa perto do seu coração, porque um dia você pode acordar e perceber que perdeu um diamante enquanto estava muito ocupado colecionando pedras."
"O Destino decide quem vamos encontrar na Vida... as Atitudes decidem quem Fica ..."


Assunto: Filhos - José Saramago

"Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amaralguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos paradarmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isto mesmo!Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é seexpor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindocorretamente e do medo de perder algo tão amado. Perder? Como? Não é
nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo".
 José Saramago

sábado, 20 de agosto de 2011



Para refletir:

O resfriado ocorre quando o corpo não chora.
A garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
O coração enfarta quando chega a ingratidão.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a"criança interna" tiraniza.

O plantio é livre. A colheita, obrigatória.
 

P.S.: Normalmente, o(s) sintoma(s) ocorre(m)  3 dias após o "acontecido".  Descubra o que te prejudicou e coloque para fora, em conversa com amigos ou com um profissional, que vc se cura!!!

      Sua saúde e sua vida dependem de suas escolhas!!!
 
           Escolha ser feliz!!!!

"Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade."


"Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas,
mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra
alma humana."

terça-feira, 9 de agosto de 2011


LEIAM É DIVERTIDO... 
 
Receita de dona cassilda!!!
Dona Cassilda é uma senhora de 92 anos, miúda, e tão elegante, que todo dia às 08 da manhã ela já está toda vestida, bem penteada e discretamente maquiada, apesar de sua pouca visão.
E hoje ela se mudou para uma casa de repouso: o marido, com quem ela viveu 70 anos, morreu recentemente, e não havia outra solução..
Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando a atendente veio dizer que seu quarto estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em direção ao elevador, dei uma descrição do seu minúsculo quartinho, inclusive das cortinas floridas que enfeitavam a janela.
Ela me interrompeu com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.
- Ah, eu adoro essas cortinas....
- Dona Cacilda, a senhora ainda nem viu seu quarto... Espera um pouco...
- Isto não tem nada a ver, ela respondeu, felicidade é algo que você decide por princípio. Se eu vou gostar ou não do meu quarto, não depende de como a mobília vai estar arrumada... Vai depender de como eu preparo minha expectativa. E eu já decidi que vou adorar. É uma decisão que tomo todo dia quando acordo.
Sabe, eu posso passar o dia inteiro na cama, contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem...
Ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem.
- Simples assim?
- Nem tanto; isto é para quem tem autocontrole e exigiu de mim um certo 'treino' pelos anos a fora, mas é bom saber que ainda posso dirigir meus pensamentos e escolher, em conseqüência, os sentimentos.
Calmamente ela continuou:
- Cada dia é um presente, e enquanto meus olhos se abrirem, vou focalizar o novo dia, mas também as lembranças alegres que eu guardei para esta época da vida. A velhice é como uma conta bancária: você só retira aquilo que guardou. Então, meu conselho para você é depositar um monte de alegrias e felicidades na sua Conta de Lembranças. E, aliás, obrigada por este seu depósito no meu Banco de lembranças. Como você vê, eu ainda continuo depositando e acredito que, por mais complexa que seja a vida, sábio é quem a simplifica..
Depois me pediu para anotar: 
Como manter-se jovem: 
1. Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade, o peso e a altura. 
Deixe que os médicos se preocupem com isso.
 

2. 
Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo
(Lembre-se disto se for um desses depressivos!) 

3. Aprenda 
sempre:
Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso. 
'Uma mente preguiçosa é oficina do Alemão.' E o nome do Alemão é Alzheimer! 

4. Aprecie 
mais as pequenas coisas 
5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar. 
E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele / ela!

6. Quando 
as lágrimas aparecerem 
Aguente, sofra e ultrapasse. A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós próprios.
VIVA enquanto estiver vivo.
 

7. Rodeie-se 
das coisas que ama: 
Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja.
O seu lar é o seu refugio.
 

8. Tome 
cuidado com a sua saúde: 
Se é boa, mantenha-a.. 

Se é instável, melhore-a.
Se não consegue melhora-la , procure ajuda
.
 

9. 
Não faça viagens de culpa.. Faça uma viagem ao centro comercialaté a um país diferente, mas NÃO para onde  haja culpa 

10. Diga 
às pessoas que ama que as ama a cada oportunidade.