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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Daniel Pennac

Os direitos do leitor
(Daniel Pennac,Como um Romance, Ed. ASA, 1992, p. 155.)
O direito de não ler
O direito de pular páginas
O direito de não terminar um livro
O direito de reler
O direito de ler qualquer coisa
O direito ao bovarismo (doença textualmente transmissível)
O direito de ler em qualquer lugar
O direito de ler uma frase aqui e outra ali
O direito de ler em voz alta
O direito de calar

Daniel Pennac ( cujo nome verdadeiro é Daniel Pennacchioni, nascido em 1944 em Casablanca, Marrocos francês) é um escritor francês, e é filho de um oficial francês que servia nas colônias do país. É professor de língua francesa em uma escola em Paris e um apaixonado pela pedagogia. Entre seus livros estão O paraíso dos ogros, A pequena vendedora de prosa (vencedor do prêmio Inter do Livro de 1990), Senhor Malaussène e Frutos da Paixão. Outros títulos do autor lançados no Brasil são Esses senhores os meninos, Kamo e a Agência Babel, Kamo e a idéia do século, O olho do lobo e Vira-lata virador. Pennac é um ardoroso aficionado do Brasil desde que morou em Fortaleza, por dois anos, na década de 1980. Em 2007, recebeu o prestigioso prêmio Renaudot por Diário da Escola.
           
Fonte : internet

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Grandes Autores - Pero Vaz de Caminha

Pero Vaz de Caminha nasceu na cidade do Porto, em Portugal. Ele seguiu os passos do pai Vasco Fernandes Caminha e se tornou um escrivão e cavaleiro, conquistando bastante destaque na época. Funcionário público de confiança, aos 50 anos de idade foi designado como escrivão da armada de Cabral, devendo atuar também na Índia, na feitoria portuguesa em Calicute, a mais importante da coroa. Foi nessa viagem que registrou o “achamento” do Brasil e posteriormente faleceu em um massacre em Calicute, sem saber da importância de seu registro a respeito do Brasil.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Grandes Autores - WILLIAM SHAKESPEARE

Considerado por muitos o maior dramaturgo da língua inglesa, William Shakespeare continua sendo um dos autores mais influentes do mundo ocidental. Com 38 peças, 154 sonetos, diversas poesias e dois poemas de narrativa longa, sua obra permanece em constante utilização, revista freqüentemente para teatro, cinema, literatura, televisão e outras mídias. Algumas de suas obras

Comédias

Tragédias

Dramas históricos

Fonte : parte do site wikipédia
 

Grandes Autores - MACHADO DE ASSIS

Joaquim Maria Machado de Assis nasceu no Rio de Janeiro em 1839 e faleceu na mesma cidade, em 1908. Filho de mulato brasileiro e de branca portuguesa, era gago, epiléptico e pobre. Por isso, não pôde estudar em escolas e tornou-se um grande autodidata. Machado de Assis foi o primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras, em 1897. Seu estilo é clássico e sóbrio, com frases curtas e bem construídas e vocabulário muito rico. Sua obra é de análise de caracteres e seus tipos são inesquecíveis e verdadeiros. Entre as principais romances estão: "Memórias Póstumas de Brás Cubas" (1881), "Quincas Borba" (1891). Machado de Assis também escreveu 217 contos. "A Cartomante" é um deles.

Grandes Autores - EÇA DE QUEIRÓS

Image Hosted by ImageShack.usConsiderado um dos melhores escritores realistas do século XIX, Eça de Queirós nasceu José Maria Eça de Queirós, em 25 de novembro de 1845, na cidade de Povoa de Varzim (Portugal). Filho do juiz Dr. José Maria Teixeira de Queirós, do Supremo Tribunal de Justiça, e da dona de casa D. Carolina da Eça, ele também se formou em Direito em 1866. Seu primeiro texto, A morte de Jesus, foi publicado em 1870, no folhetim Revolução de Setembro. Antes, em 1966, foi incumbido de redigir um jornal político em Leiria e não demorou muito mudou-se para Lisboa, onde exerceu a profissão de advogado que largou por não achar que lhe daria um futuro promissor. Junto com nomes poderosos como Antero de Quental, Ramalho Ortigão, Oliveira Martins, Salomão Saraga e Lobo Moura, fundou as chamadas Conferências Democráticas no Casino Lisbonense, no qual discursou “O Realismo como nova Expressão da Arte”. Em 21 de julho de 1870, decidiu se tornar diplomata e superado os exames em primeiro lugar, foi nomeado Cônsul de Havana, Cuba, em 1872. Como diplomata foi transferido para NewCastle, em 1874, para Bristol, 1876, e finalmente, para Paris, em 1888. Na cidade Luz, morreu em 16 de agosto de 1900, deixando a esposa D. Emília de Castro Pamplona, irmã do conde de Rezende. Sua bibliografia tem cerca de 20 obras, entre elas Os Maias (1888), O Crime do Padre Amaro (1875) e O Madarim (1880 – publicado no Diário de Portugal).